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Histórico


Durante as décadas de 70 e 90 o mero foi intensamente capturado por caçadores submarinos nas imediações da Pedra de Ilhéus. A partir de então o declínio do estoque local foi percebido pelos pescadores mais experientes. Em virtude disso, os próprios caçadores submarinos que atuavam na época encabeçaram um movimento popular para criação de uma Unidade de Conservação Marinha destinada a proteger aqueles locais de agregação reprodutiva. O movimento culminou com a elaboração da Lei Municipal Nº 3.212 de30/01/2006, que cria uma Unidade de Conservação Marinha Municipal (UCMM) de uso indireto nas imediações da Pedra de Ilhéus. Apesar de ter sido instituída por lei, a UCMM ainda encontra-se em processo de criação.


Não existem estatísticas sobre a variação do estoque nas últimas décadas. Porém, a despeito das sanções legais, o mero contribuiu com 5% (4,5 t) dos desembarques na Colônia de Pesca Z-34 de Ilhéus em 2004, sendo considerado uma das cinco espécies mais valiosas, as quais somadas representaram 73% dos ingressos naquele ano.


Para garantir a preservação desta população de meros, alguns setores da comunidade ilheense propuseram a criação de uma Unidade de Conservação Marinha (UCM) para proteção do local de agregação reprodutiva existente na Pedra de Ilhéus. O movimento culminou com a elaboração da Lei Municipal nº 3.212 de 30 de janeiro de 2006, que cria um Parque Municipal Marinho no litoral de Ilhéus.

 

 

 

Parceiros
Universidade Estadual de Santa Cruz  LAPA - Laboratório de Analises e Planejamento Ambiental   Fapesb  SOS Mata Atlântica  Floresta Viva Prefeitura de Ilhéus - Secretaria de Meio Ambiente